Um cadete da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) morreu nesta quarta-feira (25), em Resende, após passar mal durante um treinamento físico militar realizado no início da semana. A informação foi confirmada pela própria instituição por meio de nota oficial.
De acordo com a AMAN, Pablo Carvalho da Silva, de 24 anos, conhecido como “Florêncio”, era aluno do 3º ano do curso de Infantaria. Ele apresentou complicações após um incidente ocorrido durante a “Avaliação Formativa de Treinamento Físico Militar”, realizada na segunda-feira (23), na piscina da Seção de Educação Física da academia.
Ainda segundo a instituição, a atividade seguia os protocolos de segurança previstos, contando com a presença de guarda-vidas e equipe de apoio de saúde. O atendimento ao cadete foi realizado imediatamente no local, com remoção por ambulância até uma unidade hospitalar em Resende.
Na nota, a AMAN informou que, ao dar entrada no hospital, a equipe médica adotou todos os procedimentos necessários, incluindo medidas para proteção das vias aéreas e suporte respiratório. Apesar dos esforços, o cadete não resistiu às complicações e morreu dois dias depois.
A academia também comunicou a abertura de um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias do ocorrido.
“A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) informa que, neste dia 25 de março de 2026, veio a falecer o cadete Pablo Carvalho da Silva ‘Florêncio’, de 24 anos, do 3º ano do curso de Infantaria, após complicações advindas de um incidente ocorrido durante a ‘Avaliação Formativa de Treinamento Físico Militar’, no dia 23 de março, na piscina da Seção de Educação Física da Instituição. A atividade era conduzida dentro dos protocolos de segurança previstos, com a presença de guarda-vidas e equipe de apoio de saúde. O atendimento foi prestado prontamente no local, com evacuação por ambulância. Ao dar entrada na unidade da Unimed Resende, a equipe médica adotou os protocolos necessários para o quadro, incluindo procedimentos para proteção das vias aéreas e suporte respiratório. Foi instaurado um Inquérito Policial Militar para apurar os detalhes do ocorrido. Neste momento de dor, a AMAN se solidariza com os familiares, amigos e companheiros de curso. A Academia presta todo o apoio necessário à família, reafirmando seu compromisso com a assistência e o amparo neste momento difícil.”
A AMAN não divulgou detalhes adicionais sobre o que teria provocado o mal súbito durante o treinamento.