A programação divulgada prevê Lula em Copacabana, no Rio de Janeiro, às 10h, e, depois, em uma caminhada na Avenida Paulista, em São Paulo, às 16h. Flávio tem atos do Bloco do 22 em Belo Horizonte, às 9h, na Praça da Liberdade, e no Rio, às 14h, na Praça do Ó, na Barra da Tijuca. São compromissos previstos pelas campanhas e sujeitos a alterações.
A concentração em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro reflete o peso eleitoral dos três estados. Além da disputa pelos indecisos, as campanhas precisam convencer seus próprios apoiadores a votar. Flávio terminou o primeiro turno à frente de Lula, mas a votação de domingo constitui uma nova decisão entre os dois finalistas.
No caso de Lula, a mobilização de rua também busca produzir imagens de participação popular para circular nas redes sociais. A campanha aposta na combinação entre presença física, militância e divulgação digital para ampliar o alcance da mensagem final.
Para Flávio, os atos em Minas e no Rio oferecem a oportunidade de reforçar sua mensagem de mudança e reunir apoiadores após o debate. Na leitura editorial, o desafio dos dois é encerrar a campanha com uma razão clara para o voto, além das críticas ao concorrente.
As manifestações também exigem atenção de quem pretende circular pelas regiões dos eventos, especialmente Copacabana e Barra da Tijuca. Os horários anunciados são referências de agenda, não confirmação de bloqueios ou de condições do trânsito.